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Coordenadores dos cursos de Arquitetura e Urbanismo propõem elaborar documento orientador para empresas juniores e escritórios modelos

A elaboração de uma Carta com diretrizes e recomendações para os escritórios modelos e as empresas juniores foi um dos encaminhamentos do I Fórum dos Coordenadores de Cursos de Arquitetura e Urbanismo do Ceará, que ocorreu no último dia 26, na sede do CAU/CE.

Durante o evento, foram expostas as diferenças entre as duas modalidades de atividade, em apresentação feita pelo Coordenador da Comissão de Ensino e Formação (CEF) do CAU/CE, Euler Muniz. Com atenção para a necessidade de Registro no CAU, foi ressaltado que tal procedimento é obrigatório para as empresas juniores, por terem personalidade jurídica. Já o escritório modelo, por ser uma ação institucional, não tem obrigatoriedade de Registro no Conselho. Contudo, o professor precisa ter o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) de Cargo e Função do escritório modelo que orientar.

A importância desses projetos como possibilidade de estágios e aprimoramento dos conhecimentos aprendidos em sala também foi ponto de debate, assim como questões relacionadas ao empreendedorismo na formação do Arquiteto e Urbanista. Para continuar e aprofundar as discussões levantadas durante o encontro, foi proposta a interiorização das reuniões da CEF do CAU/CE, alternando os encontros entre Fortaleza, Juazeiro do Norte, Sobral e Quixadá. A próxima reunião deverá ocorrer em dois meses.

O Coordenador da Comissão de Ensino e Formação (CEF) do CAU/CE, Euler Muniz, explica sobre empreendedorismo na formação do Arquiteto.
Coordenadores dos cursos de Arquitetura e Urbanismo participam do Fórum na sede do CAU/CE.

Participaram da reunião os coordenadores André Luiz Costa, da FJN; Camila Nogueira, da Estácio Via Corpvs; Caroline Cevada, da FAPCE; Clélia Monastério, da Estácio Centro; Germana Câmara, da UniChristus; João Carlos Correia, do INTA e Tiago Bezerra, da Uni7, além da professora Inês Bandeira, do INTA.

 

Uma resposta

  1. Sugestão de discussão para os próximos encontros poderia ser o fortalecimento de aspectos técnicos da formação do arquiteto. A sociedade nos vê muito mais como profissionais da arquitetura de interiores / “Decoração” limitando a compreensão do público sobre o campo de atuação do arquiteto. Sob o aspecto discutido de atuação empreendedora, focar na capacidade técnica dos arquitetos em acompanhar, administrar e desempenhar atividades relativas à obras poderia ser um dos enfoques a serem mais destacados na formação dos profissionais.

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