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Em evento no Sebrae, CAU/CE firma convênio com a instituição para garantir benefícios aos profissionais

Joaquim Cartaxo, superintendente do Sebrae, e Odilo Almeida, presidente do CAU/CE, assinam convênio entre as instituições

Saber como iniciar um negócio, estimular características empreendedoras, melhorar a gestão da empresa. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Ceará (CAU/CE) firmou ontem, 15, um convênio com o Sebrae para oferecer essas oportunidades aos profissionais. São cursos já consolidados que serão ofertados com 30% de desconto, o dobro previsto na política de comercialização do Sebrae, segundo Sílvio Moreira, articulador da Unidade de Gestão de Negócios (UGN) da instituição. O presidente do Conselho, Odilo Almeida, destacou a importância da ação, visto que o benefício ajudará profissionais, que não obtêm esse tipo de conhecimento na universidade.

Sílvio Moreira apresentou os cursos: Começar Bem, para quem deseja realizar um negócio lucrativo; Empretec, para desenvolver habilidades individuais do empreendedor; e Na Medida, com oficinas voltadas à gestão e consultorias. “É um acesso diferenciado, superinteressante e pensado realmente para atender às necessidades de níveis de profissionalização distintos. O convênio possibilita ainda outros eventos, como seminários de grande porte. Então ele prevê um série de atividades com foco na melhoria da gestão dos negócios de arquitetura no estado do Ceará”, explicou.

Depois de ter assinado o termo, juntamente com o presidente do CAU/CE, o arquiteto e superintendente do Sebrae, Joaquim Cartaxo, deu início à parceria com palestra sobre tema cada vez mais valorizado pelo mercado: a sustentabilidade. Ele destacou que “não é possível fazer negócios em um planeta morto“, citando a frase do ambientalista americano David Brower para explicar a necessidade das empresas e dos profissionais repensarem os modos de produzir.

Joaquim Cartaxo inicia parceria com palestra

Cartaxo analisou que design (em sentido amplo de projeto) sustentável “é aquele que se dispõe a fazer uma síntese do socialmente equitativo, do ecologicamente benéfico e do economicamente viável”, discutindo uma série de exemplos que trazem soluções sustentáveis para o mundo. O coworking foi um deles: “um novo modelo de trabalho em que os espaços são compartilhados”. Para ele, a experiência é muito vantajosa, pois, além de garantir todos os recursos de um escritório, permite o networking, já que o mesmo endereço pode abrigar profissionais distintos, como publicitário, arquiteto, contador.

“A arquitetura está entre as 15 atividades da chamada economia criativa, que engloba cultura, tecnologia, inovação”, lembrou o superintendente do Sebrae para ressaltar justamente que os profissionais da área devem contribuir com a sustentabilidade a partir dessa perspectiva, buscando alternativas inteligentes. “Futuro é design, é projeto. A nossa tarefa é ver como ‘presentificar’ o futuro. Não se faz planejamento estratégico sem ter em prática esse pensamento”, avaliou.

Mesa composta por Delberg Ponce de Leon, vice-presidente do CAU/CE, Luciano Guimarães, conselheiro federal, Joaquim Cartaxo, superintendente do Sebrae, e Odilo Almeida, presidente do CAU/CE

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