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Resolução 51 e regiões metropolitanas esquentam debates do Fórum de Presidentes

Uma das discussões mais importantes no 19º Fórum de Presidentes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), realizado nos últimos dias 6 e 7 de agosto, em Recife (PE), girou em torno da Resolução 51, que dá as atribuições específicas e privativas aos arquitetos e urbanistas. “A Resolução 51 está em debate em todo o território nacional e teve repercussão muito grande com todos os presentes no Fórum”, comentou Delberg Ponce de León, vice-presidente do CAU-CE.

 


Segundo ele, as atribuições são concedidas de acordo com a grade curricular de cada curso, mas em alguns pontos se confundem com as atribuições dos engenheiros civis. “Eu sempre considero que nos grandes projetos, por exemplo, um hospital, jamais o empresário vai procurar um engenheiro pra projetar, ele vai procurar um arquiteto; um hotel, ou um grande edifício de condomínio, um centro comercial [é a mesma coisa]. Então, nessa escala de trabalho está bem definida a posição de cada profissional, como também ninguém vai procurar um arquiteto para projetar uma hidroelétrica, e sim um engenheiro”, ressaltou Delberg.

 

Outra discussão foi sobre regiões metropolitanas e Estatuto da Metrópole, considerando que as cidades não acabam apenas em seus limites, mas misturam-se. “É um grande mercado que os arquitetos têm para trabalhar, na área das metrópoles, nos planos diretores. Isso foi uma visão que empolgou todo mundo”, finalizou.

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